História A Orquestra do Violeiro foi fundada em 1967, por iniciativa do Tenente Marino Cafundó de Moraes, regente na época, do Coral Santa Cecília de Osasco.
Em 69, na Igreja Matriz de Santo Antônio, em Osasco, o Monsenhor Camilo celebrou a monumental Missa do Violeiro do Brasil ,que foi um verdadeiro espetáculo.
A Casa do Violeiro do Brasil foi fundada oficialmente em 10/02/1971, pelo Maestro Marino Cafundó. Com sua fundação oficial, foi possível a profissionalização dos músicos da Orquestra de Violeiros de Osasco. A Casa dos Violeiros do Brasil tem como objetivo, desde sua fundação, o congraçamento dos artistas sertanejos e a defesa da música, da dança e do folclore brasileiros.
A caravana de 146 violeiros, rumo a segunda Missa do Violeiro do Brasil, em Aparecida do Norte, e posteriormente em todo o Brasil foi um dos grandes feitos da Casa do Violeiro como entidade de folclore nacional.
Exemplares da primeira gravação foram enviados para Portugual, Alemanha, Estados Unidos, Argentina, entre outros países. Dom Agnelo Rossi, arcebispo de São Paulo, entregou um exemplar ao Papa Paulo VI, quando foi para a Itália.
Em 1978, apresentou-se acompanhando Sérgio Reis, Tonico e Tinoco e Cacique e Pajé no Teatro Municipal de São Paulo. Em julho do ano seguinte, cantaram pela primeira vez “Ave Maria”, com presença das TV Cultura e Rede Globo.
Além de tocar semanalmente na Casa do Violeiro do Brasil, no início dos anos 90, a orquestra apresentou na Rádio Difusora Oeste o programa “Capital da Viola”.
Ao longo de sua trajetória, a Orquestra de Violeiros de Osasco já gravou inúmeros discos.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
osasco capital da viola
Lei de autoria do deputado estadual Marcos Martins é sancionada e reconhece oficialmente Osasco a Capital da Viola no Estado de São Paulo
Foi publicada ontem, 27 de maio, no Diário Oficial do Estado de São Paulo a sanção do projeto de lei do deputado estadual Marcos Martins (PT) que oficializa Osasco Capital da Viola, agora Lei 13.547/2009.
Marcos Martins comemora mais essa conquista para a cidade de Osasco que ganha maior notoriedade no cenário cultural do estado, agora oficialmente reconhecida como berço da música sertaneja no estado de São Paulo.
“Estou muito contente e satisfeito por essa lei. Para quem é de Osasco ou tem suas raízes nessa cidade já a tinha como Capital da Viola. Agora, com reconhecimento oficial, Osasco ganha destaque na cultura do estado e alavanca a sua cultura sertaneja”, declarou o deputado autor da lei.
Resgate histórico
A homenagem parte de um momento peculiar da história de Osasco. Na década de 60, radialista conhecida como Pavão do Norte apresentava programa na antiga Rádio São Paulo, cujos participantes na sua grande maioria vinham de Osasco. A fim de homenagear os violeiros osasquenses, começou a fazer a chamada “vem aí da Capital da Viola”, slogan que ficou conhecido em todo o Brasil, datando portanto desse período a consolidação da imagem de Osasco como Capital da Viola, consolidada agora com a aprovação do projeto.
A moda de viola está de tal maneira enraizada na cultura osasquense que surgiram recentemente na cidade a Casa dos Violeiros do Brasil, a Associação Brasileira dos Artistas Sertanejos (ABAS), o Rancho Musical e o Centro Nacional da Música Sertaneja, este último liderado por Fusco Netto e Zé Romeiro.
Também vale ressaltar a tradição dos festivais de música sertaneja em Osasco. Dessa safra nova de violeiros: Joaquim e Manoel, Vilino e Brigadeiro, Deize e Dilma, Ribeiro e Bragantino, Jota Garcia e Rosenil, Peão Brasil e Parentinho, Cristal e Sulinha, Mineirão e Marinense, Sereno e Tiãozinho, Valderi e Mizael, Zé Laércio e Jurandir, Edson e Adilan, Tião Brasil e Carriel, Bento e Gonçalves, Campos Silva e Centenário, Izac e Izaías. Outros importantes violeiros e divulgadores da música sertaneja como Antonio Caldeira, Jurandyr Antonio Barca, Nivaldo Otavani e João Luche (Nhô Luca).
Em 2005, “Osasco, Capital da Viola” foi título do Trabalho de Conclusão de Curso, na Fundação Instituto de Tecnologia de Osasco (FITO), da graduada em Jornalismo Cristina Vânia dos Anjos, sob orientação do Professor Renato Vaisbih. Em junho de 2007, no site Google, a ‘pesquisa avançada’ com a expressão “capital da viola”, abrangendo a internet do mundo inteiro, indicou onze citações em português, três das quais se referiram a Osasco
Foi publicada ontem, 27 de maio, no Diário Oficial do Estado de São Paulo a sanção do projeto de lei do deputado estadual Marcos Martins (PT) que oficializa Osasco Capital da Viola, agora Lei 13.547/2009.
Marcos Martins comemora mais essa conquista para a cidade de Osasco que ganha maior notoriedade no cenário cultural do estado, agora oficialmente reconhecida como berço da música sertaneja no estado de São Paulo.
“Estou muito contente e satisfeito por essa lei. Para quem é de Osasco ou tem suas raízes nessa cidade já a tinha como Capital da Viola. Agora, com reconhecimento oficial, Osasco ganha destaque na cultura do estado e alavanca a sua cultura sertaneja”, declarou o deputado autor da lei.
Resgate histórico
A homenagem parte de um momento peculiar da história de Osasco. Na década de 60, radialista conhecida como Pavão do Norte apresentava programa na antiga Rádio São Paulo, cujos participantes na sua grande maioria vinham de Osasco. A fim de homenagear os violeiros osasquenses, começou a fazer a chamada “vem aí da Capital da Viola”, slogan que ficou conhecido em todo o Brasil, datando portanto desse período a consolidação da imagem de Osasco como Capital da Viola, consolidada agora com a aprovação do projeto.
A moda de viola está de tal maneira enraizada na cultura osasquense que surgiram recentemente na cidade a Casa dos Violeiros do Brasil, a Associação Brasileira dos Artistas Sertanejos (ABAS), o Rancho Musical e o Centro Nacional da Música Sertaneja, este último liderado por Fusco Netto e Zé Romeiro.
Também vale ressaltar a tradição dos festivais de música sertaneja em Osasco. Dessa safra nova de violeiros: Joaquim e Manoel, Vilino e Brigadeiro, Deize e Dilma, Ribeiro e Bragantino, Jota Garcia e Rosenil, Peão Brasil e Parentinho, Cristal e Sulinha, Mineirão e Marinense, Sereno e Tiãozinho, Valderi e Mizael, Zé Laércio e Jurandir, Edson e Adilan, Tião Brasil e Carriel, Bento e Gonçalves, Campos Silva e Centenário, Izac e Izaías. Outros importantes violeiros e divulgadores da música sertaneja como Antonio Caldeira, Jurandyr Antonio Barca, Nivaldo Otavani e João Luche (Nhô Luca).
Em 2005, “Osasco, Capital da Viola” foi título do Trabalho de Conclusão de Curso, na Fundação Instituto de Tecnologia de Osasco (FITO), da graduada em Jornalismo Cristina Vânia dos Anjos, sob orientação do Professor Renato Vaisbih. Em junho de 2007, no site Google, a ‘pesquisa avançada’ com a expressão “capital da viola”, abrangendo a internet do mundo inteiro, indicou onze citações em português, três das quais se referiram a Osasco

Viola Caipira - O Instrumento
A viola caipira possui vários nomes, dependendo da região do país. Chama-se viola cabocla, viola de dez cordas, viola de pinho, viola de arame ou muitos outros mais. Aqui a trataremos somente por viola.
A forma da viola, como encontrada na sua grande maioria atualmente, assemelha-se muito à forma do violão, sendo a principal diferença o tamanho reduzido da escala e da caixa de ressonância. A madeira utilizada na maioria das violas é o pinho, podendo, entretanto, ser utilizado o jacarandá e outros tipos.
Ela possui algumas características que a tornam um instrumento único. A primeira consiste na disposição das cordas: 10 cordas unidas aos pares, montando 5 pares. Os dois pares mais agudos são afinados em uníssono (mesma nota, na mesma altura). Os outros três pares são afinados em oitavas (mesma nota, com diferença de alturas de uma oitava). Ainda, sempre se tocam as duas cordas do par juntas.
A segunda, é o fato de ser menor que um violão, tanto no que diz respeito ao tamanho da sua caixa de ressonância, quanto no tamanho da escala.
A maneira de se tocar viola também é diferente da maneira de se tocar um violão comum. Primeiro, devido às cordas que são tocadas aos pares, e não individualmente como no violão comum.
Segundo, por causa das afinações. Existem diversas afinações utilizadas, diferentemento do violão. Na viola, as afinações, normalmente, formam acordes abertos (como Ré maior ou Sol menor somente para exemplificar), fato que não ocorre com a afinação do violão.
Terceiro, o toque da viola caipira utiliza muito as cordas soltas. Assim, suas afinações, seu tamanho peculiar e a maneira de se tocar e pontear utilizando muito as cordas soltas, lhe confere um som característico, único.
A figura a seguir mostra uma viola produzida pelo luthier Fernando Vanini de Campinas - SP, ao lado de um violão de cordas de nylon produzido pela Takamine, Japão. Note a diferença de tamanho entre os instrumentos, principalmente no que diz respeito à escala e à caixa de ressonância.
cordas baratas e muito boas

atendendo os pedidos ai vai uma corda muito boa e barata o valor destas cordas esta entre 6.00 á 8.00 reais.
domingo, 11 de outubro de 2009
SUCESOS DE TIAO CARREIRO
A COISA FICOU BONITA
A DERROTA DO BOI PALÁCIO
A MAJESTADE O PAGODE
A MÃO DO TEMPO
A MORTE DO CARREIRO
A VACA JÁ FOI PRO BREJO
A VIOLA E O VIOLEIRO
A VIOLA ESTÁ TININDO
A VOLTA QUE O MUNDO DÁ
ALMA DE BOÊMIO
AMARGURADO
AMBICIOSA
AMIGO SINCERO
AMOR E SAUDADE
ANA ROSA
APAIXONADOS
ARA PÓ
ARREIO DE PRATA
ARREPENDIDA
AS DORES DO MUNDO
AS TRÊS CUIABANAS
AZULÃO DO REINO ENCANTADO
BANDEIRA BRANCA
BANDEIRANTE FERNÃO
BI CAMPEÃO MUNDIAL
BOI CIGANO I
BOI CIGANO II
BOI SETE OURO
BOI VELUDO
BOIADA CUIABANA
BOIADEIRO É BOI TAMBÉM
BOIADEIRO PUNHO DE AÇO
CABELOS COR DE PRATA
CABOCLO DE SORTE
CABOCLO NO CASSINO
CANOEIRO
CARTEIRO
CASINHA DA SERRA
CATIMBAU
CHAVE DO APARTAMENTO
CHORA VIOLA
CHUMBO GROSSO
CLARINETA
COMPANHEIRO DO FERREIRINHA
CONSAGRAÇÃO
CONVERSA AOS PÉS DO HOMEM
CRUZ PESADA
DERROTA
DESPEDIDA
DOCE ILUSÃO
É ISSO QUE O POVO QUER
EM TEMPO DE AVANÇO
EMPREITADA PERIGOSA
ENCANTO DA NATUREZA
ESQUINA DA SAUDADE
ESTA NOITE VAI SER NOSSA
ESTRELA DA MADRUGADA
ESTRELA DE OURO
EXEMPLO DE HUMILDADE
FALOU E DISSE
FANDANGO MINEIRO
FAZENDA CAIOÇARA
FERREIRINHA
FILHO DE ARAÇATUBA
FINAL DOS TEMPOS
FONTE DOS PRAZERES
FURACÃO
GATO DE TRÊS CORES
GEADA DO PARANÁ
HERÓI SEM MEDALHA
HOJE EU NÃO POSSO FICAR
INGRATA
IRMÃO DO FERREIRINHA
JOÃO BÔBO
LÁ ONDE EU MORO
LEITO DE HOSPITAL
LINHA DE FRENTE
MEU CARRO É MINHA VIOLA
MEU PASSADO
MINAS GERAIS II
MINEIRADA BOA
MINEIRO DE MONTE BELO
MINEIRO DO PÉ QUENTE
MINHA VIDA
MORADIA
MORENA DE GOIÁS
MORENINHA COR DE JAMBO
MULHER MODELO
MUNDO VELHO
NA BARBA DO LEÃO
NÃO É MOLE NÃO
NASCIMENTO DE JESUS
NAVALHA NA CARNE
NEGRINHO PARAFUSO
NÓ CEGO
NOSSAS VIDAS
NOVE E NOVE
O MINEIRO E O ITALIANO
O MUNDO VELHO NÃO TEM JEITO
O PATRÃO E O EMPREGADO
O PULO DO GATO
OI PAIXÃO
OSSO DURO DE ROER
OSWALDO CINTRA
PADECIMENTO
PAGODE DO ALA
PAGODE EM BRASÍLIA
PAGODE NA PRAÇA
PAIXÃO MINEIRA
PALAVRA DE HONRA
POR TI PADEÇO
POUSADA DO BOIADEIRO
PRATO DO DIA
PRETO FUGIDO
PRETO INOCENTE
PUNHAL DA FALSIDADE (Mulher Sem Nome)
QUATRO HORAS
RANCHO DOS IPÊS
REI DO GADO
REI SEM CORÔA
REMEDIADO
RETRATO DO BOI SOBERANO
RIO DE LÁGRIMAS
RIO DE PRANTO
RIO PRETO DE LUTO
ROLINHA CABOCLA
SETE FLEXAS
SABRINA
SAUDADE
SAUDADE ME FEZ VOLTAR
SOU LOUCO POR ELA
SUCURI
TERRA ROXA
TEU NOME TEM SETE LETRAS
TEUS BEIJOS
TRAVESSIA DO ARAGUAIA
TRISTE DESENGANO
TUDO É BELEZA
ÚLTIMA PESCARIA
ÚLTIMA VIAGEM
UM POUCO DA MINHA VIDA
URUTU CRUZEIRO
VELHO AMOR
VELHO PEÃO
VENCENDO SEMPRE
VIOLA VERMELHA
VIOLEIRO DO PASSADO
VIOLEIRO SOLTEIRO
VIUVA RICA
VIVER NA ROÇA
A DERROTA DO BOI PALÁCIO
A MAJESTADE O PAGODE
A MÃO DO TEMPO
A MORTE DO CARREIRO
A VACA JÁ FOI PRO BREJO
A VIOLA E O VIOLEIRO
A VIOLA ESTÁ TININDO
A VOLTA QUE O MUNDO DÁ
ALMA DE BOÊMIO
AMARGURADO
AMBICIOSA
AMIGO SINCERO
AMOR E SAUDADE
ANA ROSA
APAIXONADOS
ARA PÓ
ARREIO DE PRATA
ARREPENDIDA
AS DORES DO MUNDO
AS TRÊS CUIABANAS
AZULÃO DO REINO ENCANTADO
BANDEIRA BRANCA
BANDEIRANTE FERNÃO
BI CAMPEÃO MUNDIAL
BOI CIGANO I
BOI CIGANO II
BOI SETE OURO
BOI VELUDO
BOIADA CUIABANA
BOIADEIRO É BOI TAMBÉM
BOIADEIRO PUNHO DE AÇO
CABELOS COR DE PRATA
CABOCLO DE SORTE
CABOCLO NO CASSINO
CANOEIRO
CARTEIRO
CASINHA DA SERRA
CATIMBAU
CHAVE DO APARTAMENTO
CHORA VIOLA
CHUMBO GROSSO
CLARINETA
COMPANHEIRO DO FERREIRINHA
CONSAGRAÇÃO
CONVERSA AOS PÉS DO HOMEM
CRUZ PESADA
DERROTA
DESPEDIDA
DOCE ILUSÃO
É ISSO QUE O POVO QUER
EM TEMPO DE AVANÇO
EMPREITADA PERIGOSA
ENCANTO DA NATUREZA
ESQUINA DA SAUDADE
ESTA NOITE VAI SER NOSSA
ESTRELA DA MADRUGADA
ESTRELA DE OURO
EXEMPLO DE HUMILDADE
FALOU E DISSE
FANDANGO MINEIRO
FAZENDA CAIOÇARA
FERREIRINHA
FILHO DE ARAÇATUBA
FINAL DOS TEMPOS
FONTE DOS PRAZERES
FURACÃO
GATO DE TRÊS CORES
GEADA DO PARANÁ
HERÓI SEM MEDALHA
HOJE EU NÃO POSSO FICAR
INGRATA
IRMÃO DO FERREIRINHA
JOÃO BÔBO
LÁ ONDE EU MORO
LEITO DE HOSPITAL
LINHA DE FRENTE
MEU CARRO É MINHA VIOLA
MEU PASSADO
MINAS GERAIS II
MINEIRADA BOA
MINEIRO DE MONTE BELO
MINEIRO DO PÉ QUENTE
MINHA VIDA
MORADIA
MORENA DE GOIÁS
MORENINHA COR DE JAMBO
MULHER MODELO
MUNDO VELHO
NA BARBA DO LEÃO
NÃO É MOLE NÃO
NASCIMENTO DE JESUS
NAVALHA NA CARNE
NEGRINHO PARAFUSO
NÓ CEGO
NOSSAS VIDAS
NOVE E NOVE
O MINEIRO E O ITALIANO
O MUNDO VELHO NÃO TEM JEITO
O PATRÃO E O EMPREGADO
O PULO DO GATO
OI PAIXÃO
OSSO DURO DE ROER
OSWALDO CINTRA
PADECIMENTO
PAGODE DO ALA
PAGODE EM BRASÍLIA
PAGODE NA PRAÇA
PAIXÃO MINEIRA
PALAVRA DE HONRA
POR TI PADEÇO
POUSADA DO BOIADEIRO
PRATO DO DIA
PRETO FUGIDO
PRETO INOCENTE
PUNHAL DA FALSIDADE (Mulher Sem Nome)
QUATRO HORAS
RANCHO DOS IPÊS
REI DO GADO
REI SEM CORÔA
REMEDIADO
RETRATO DO BOI SOBERANO
RIO DE LÁGRIMAS
RIO DE PRANTO
RIO PRETO DE LUTO
ROLINHA CABOCLA
SETE FLEXAS
SABRINA
SAUDADE
SAUDADE ME FEZ VOLTAR
SOU LOUCO POR ELA
SUCURI
TERRA ROXA
TEU NOME TEM SETE LETRAS
TEUS BEIJOS
TRAVESSIA DO ARAGUAIA
TRISTE DESENGANO
TUDO É BELEZA
ÚLTIMA PESCARIA
ÚLTIMA VIAGEM
UM POUCO DA MINHA VIDA
URUTU CRUZEIRO
VELHO AMOR
VELHO PEÃO
VENCENDO SEMPRE
VIOLA VERMELHA
VIOLEIRO DO PASSADO
VIOLEIRO SOLTEIRO
VIUVA RICA
VIVER NA ROÇA
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